A Amazônia tem muitos encantos, que inspiram a todos que vem visitar essa terra com tamanha grandiosidade da floresta e diversidade do povo. E nós que moramos nesse belíssimo lugar, muitas vezes não nos damos conta da imensidão que está a nossa volta.

Nós em parceria com a Lady Elena Turismo e Navegação fomos explorar um pouco dessa terra linda, fazendo um passeio super tradicional da nossa região. Começamos a aventura pelo porto de Manaus, que apesar de um pouco tumultuado, foi fácil encontrar nossa embarcação.

Lá temos um painel que mostra os anos de maiores cheias já registradas na região. É claro que todo mundo quer encontrar o seu ano, eu também procurei, mas fiquei em dúvida se ele realmente está presente ali.

Depois disso partimos para a embarcação, que é bem bacana e conservada. Tínhamos água a vontade, mas claro que levamos alguns petiscos para enganar a fome, pois o dia iria ser bem cansativo, ainda mais pelo sol escaldante.

Logo que saímos do porto de Manaus, já começamos a avistar a Ponte Jornalista Phelippe Daou que liga Manaus a Iranduba e o guia começou a nos dá algumas informações interessantes sobre a relevância dela para a região e informações sobre a construção e finalização da mesma.

Nós que moramos em Manaus sempre temos visão dela, ainda mais quando está iluminada por alguma ocasião especial, mas é muito legal poder passar por debaixo e poder vê-la de outros ângulos.

Nossa primeira parada foi no Flutuante Boto Amazônico, essa é a única parada em que podemos nadar um pouco no rio, mas o principal objetivo é a interação com os Botos cor de rosa.

Antes da chegada ao flutuante o guia explicou que os botos só apresentam a coloração cor de rosa quando estão mais velhos e os que iriamos interagir eram jovens, por isso nas fotos eles não aparecem com uma coloração tão forte.

Depois da interação, embarcamos novamente e fomos em direção a uma comunidade indígena que há na região, foi menos de 10 minutos para chegar.

Lá além de ter a floresta ao nosso redor, pudemos ter contato com a cultura indígena, com danças tipicas e músicas. A parte mais legal é que ao final eles chamam alguns turistas para participar da dança.

E antes de partimos pudemos ver um pouco da aldeia, experimentar algumas iguarias, como formiga, que para mim não tem gosto de nada quando se come, mas pouco depois ela deixa um gosto meio estranho na boca, por isso tratei de colocar farinha de mandioca pra dentro.

Saindo da aldeia, fomos almoçar em um restaurante flutuante. Claro que os principais pratos são da comida regional, mas tínhamos onions rings pra quem gosta um pouco da fritura americana que também estavam deliciosos. O buffet estava recheado de frutas e peixes da região.

Lembrando que o almoço estava incluso no passeio. Ali também havia artesanatos e lembranças sendo vendidos, devo dizer que algumas coisas valem a pena e outras nem tanto.

Mais algumas coisinhas para comprar.

Depois do almoço, fizemos uma trilha de uns 10 minutos, para ver as arvores de samaúma, que por si só são esplendorosas, mas antes mesmo de entrar na floresta, logo no inicio da trilha havia alguns animais para tiramos fotos, mas como não sou muito a favor dessa “exploração” dos animais não fiquei muito animada, mas deixo abaixo algumas fotos de outras pessoas para que tenham uma ideia e podem conferir no vídeo também.

Lembrando que para se possa tirar fotos com os animais tem que pagar o valor de R$5 com cada animal.

A gigantesca Samaúma

Saindo da trilha, fomos ver a pesca simulada de pirarucu em grandes tanques onde eles ficam, alguns enormes outros menores. Para quem quer ter a experiência que dura frações de segundos o valor de duas iscas é R$5.

Praticamente não vemos o pirarucu de tão rápido que eles sugam a isca, só mesmo em câmera lenta que podemos ter ideia da dimensão deles.

Depois dessa experiência, concluímos o passeio com chave de ouro! Fomos ver o encontro das águas, que muitas vezes conseguimos ver saindo ou chegando em Manaus de avião, mas ir até o local é outra experiência.

É muito impressionante como as águas realmente não se misturam e permanecem assim por muitos km.

Um close das águas que não se misturam por muitos quilômetros.

Dentro da programação do dia ainda tínhamos a visitação as vitórias régias, porém como estamos em uma época de seca, não estava sendo possível vê-las. Então voltamos para o Porto de Manaus. Confiram no vídeo alguns momentos desse dia incrível. Espero que gostem e venham conhecer Manaus.

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